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sexta-feira, 10 de novembro de 2017

"Chama da Solidariedade" já chegou a Palmela


A “Chama da Solidariedade 2017/2018”, projeto promovido pela Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade e pela União Distrital das Instituições Particulares de Solidariedade Social de Setúbal, foi entregue a Palmela pelo Município de Almada durante a manhã de hoje, numa cerimónia que decorreu no Largo de São João, no coração da vila.


No ato simbólico, Inês de Medeiros, Presidente da Câmara Municipal de Almada, começou por agradecer a «calorosa receção» de Palmela e entregou, depois, a chama ao Presidente do Município de Palmela, Álvaro Amaro, que aproveitou para reafirmar o dinamismo do Largo São João, «palco de muitas iniciativas, de âmbito cultural, recreativo, social e comunitário. É um lugar de afetos, de laços e de parcerias e é isso que carateriza a forma de trabalhar no nosso território».


Acompanhado pelo Vereador de Ação Social e Saúde e Presidente do CLAS – Conselho Local de Ação Social de Palmela, Adilo Costa, o Presidente lembrou que a atuação do Município passa por «um compromisso com uma política de cooperação institucional, que sempre reconheceu nas parcerias um valor fundamental e insubstituível».
Por sua vez, coube a Álvaro Amaro entregar a Chama da Solidariedade às Instituições Particulares de Solidariedade Social de Palmela, representadas pelo Presidente do conselho de administração da Fundação COI, Carlos Taleço, que definiu a chama como a representação da solidariedade, «um ato que tem que ser praticado todos os dias».


A Chama da Solidariedade tem percorrido o país desde 2007 com o objetivo de celebrar a solidariedade, a entreajuda e a cooperação, através de um conjunto de iniciativas culturais e desportivas. «Somos instituições particulares de solidariedade social. Aquilo que fazemos é caminhar para o bem-estar de todos, de todas as pessoas que chegam às nossas instituições», explicou o dirigente da UDIPSS de Setúbal, entidade responsável por manter a chama acesa até junho de 2018, uma vez que o Distrito foi eleito, por unanimidade, no seio da Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade, como Distrito da Solidariedade 2017/2018.


A chama fica na Fundação COI e segue depois para um périplo pelos concelhos de Santiago do Cacém, Sines, Alcácer do Sal, Grândola, Barreiro, Moita, Alcochete, Montijo, Sesimbra, terminando em junho de 2018, em Setúbal.



A cerimónia de entrega da “Chama da Solidariedade 2017/2018” contou com animações musicais a cargo de nove utentes do Centro de Atividades Ocupacionais da Fundação COI. A jovem cantora de 15 anos, Bruna Guerreiro, vencedora de vários prémios, um dos quais no Festival Moinho de Ouro em Palmela, foi outra das convidadas.

sexta-feira, 21 de julho de 2017

Município atribui apoios financeiros no valor de 12 mil euros para instituições de solidariedade social

A Câmara Municipal de Palmela aprovou, por unanimidade, na reunião pública de 19 de julho, propostas de apoios financeiros ao Centro Social de Palmela e ao Centro Jovem Tejo.
Ao Centro Social de Palmela (link) a autarquia atribuirá uma comparticipação de 10 mil euros nas despesas com a colocação de coberturas no Jardim de Infância “A Árvore” - equipamento que acolhe as valências de creche, creche familiar e jardim de infância (180 crianças) – uma intervenção que garantirá as condições mínimas de segurança e salubridade daquele edifício, sede da instituição. Este apoio da autarquia surge na sequência de um conjunto de constrangimentos de natureza financeira que têm vindo a impossibilitar a realização de intervenções de caráter estruturante e duradouro naquele edifício. Recorde-se que o Centro Social de Palmela (CSP) é uma instituição particular de  solidariedade social fundada em 1974 - com um conjunto de respostas sociais importantes para a comunidade, nas áreas do apoio às famílias, intervindo com crianças, jovens, pessoas em situação de desemprego e em situação de fragilidade económica - com a qual a autarquia mantém uma relação de cooperação de longa data.
Ao Centro Jovem Tejo (linkserá atribuído um apoio financeiro no valor de 2 mil euros, destinado a comparticipar as despesas decorrentes da atividade da Comunidade Terapêutica “Luís Barros”, localizada em Quinta do Anjo. Esta instituição tem como principal missão a Prevenção, Reabilitação e Reinserção de Toxicodependentes e desenvolve atividade no concelho há mais de duas décadas. A comunidade terapêutica acompanha, atualmente, 18 utentes, com idades compreendidas entre os 12 e os 62 anos.


sexta-feira, 8 de julho de 2016

Palmela quer programas de financiamento para a construção de equipamentos sociais

A Câmara Municipal de Palmela aprovou, por unanimidade, na reunião pública de 6 de julho, uma Recomendação sobre a necessidade de reforço das políticas nacionais de apoio à intervenção social, que a seguir se transcreve na íntegra.

«O Município de Palmela, atento às questões sociais que se impõem no contexto socioeconómico, considera a Intervenção Social uma prioridade estratégica para o desenvolvimento do concelho e reconhece, nesse sentido, nas Instituições Particulares de Solidariedade Social, o seu papel fundamental na promoção de respostas sociais à comunidade, identificando-as como atores chave do desenvolvimento social local.
Nas diferentes freguesias, estas entidades têm uma posição essencial na integração social da crianças e jovens, das pessoas idosas, das pessoas com deficiência, dos desempregados, dos imigrantes, das famílias e outros grupos em situação de vulnerabilidade e, igualmente, enquanto entidades geradoras de emprego, para além de serem conhecedoras privilegiadas dos reais problemas e necessidades das populações, respondendo na primeira linha, às situações de urgência social.



Procurando a consolidação de estratégias, a autarquia há muito que coopera com todas estas entidades, tendo firmado, com muitas delas, uma cultura de parceria que hoje se  encontra implementada no nosso território, concretizada em diferentes Conselhos Locais, comissões, redes de parceria, projetos e iniciativas.
No decurso das Semanas de Freguesia, que consubstanciam a política de proximidade da autarquia, o Município tem confirmado o valor da intervenção destas entidades e o seu esforço, empenho e dedicação naquilo que é a sua intervenção junto das comunidades.
Assim, é objetivo da Câmara Municipal continuar a apoiar as suas Instituições Particulares de Solidariedade Social, seja através de estratégias colaborativas, na cedência de terrenos, isenções de taxas, comparticipação em obras cofinanciadas, seja através de um trabalho de mediação junto da Tutela e das entidades com competências próprias na área.
Nesse sentido, a Câmara Municipal, reunida a 6 de julho, em Palmela, recomenda:

- a criação de um linha de financiamento ajustada às necessidades de gestão das Instituições Particulares de Solidariedade Social, designadamente, através de fundos comunitários, que permita concretizar equipamentos com respostas sociais há muito idealizados e continuamente adiados, a localizar, sobretudo, em áreas periféricas de menor densidade populacional, com uma menor rede de cobertura de serviços;

- a disponibilização de uma linha de financiamento específica para a construção de Estruturas Residenciais para as pessoas idosas (Lares), claramente insuficientes na rede solidária, de forma a responder adequadamente ao envelhecimento das populações, ao maior número de pessoas idosas e à diversidade dos seus perfis e necessidades, nomeadamente, aos cuidados continuados;

- a promoção, criação e implementação  de um Plano Nacional orientador que permita a construção e requalificação de equipamentos com respostas sociais, designadamente Centros de Dia e Centros de Convívio, entre outros, adaptando-os às necessidades das comunidades, sobretudo, das pessoas idosas, em número crescente nas nossas sociedades;

- a revisão dos Acordos de Cooperação, nas várias respostas sociais, firmados com as Instituições Particulares de Solidariedade Social, atualizando os valores das comparticipações há muito congelados com valores desajustados face à realidade atual;

- a reposição do Atendimento Social, nas Juntas de Freguesia, para o devido acolhimento e acompanhamento de todas as situações sociais de acordo com uma política de proximidade, com serviços e respostas descentralizadas, próximas das pessoas e da suas necessidades.

A presente recomendação irá ser enviada ao:

- Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social
- Instituto de Segurança Social, I.P.
- Centro Distrital de Segurança Social de Setúbal I.P.
- Assembleia Municipal de Palmela
- Juntas de Freguesia do Concelho
- Conselho Local de Ação Social de Palmela
- Comissões Sociais de Freguesia do Concelho
- Comunicação Social».



quinta-feira, 5 de maio de 2016

Formalizada a cedência de antiga escola à União Social Sol Crescente da Marateca

No dia 4 de maio, na Biblioteca Municipal de Palmela, a Câmara Municipal de Palmela e a União Social Sol Crescente da Marateca (USSCM) celebraram um contrato de comodato relativo à cedência da antiga escola do 1.º ciclo do ensino básico de Águas de Moura 2, no Bairro Margaça, para instalação do Centro de Dia.
Manuel Batista, Presidente da instituição, agradeceu a cedência deste espaço, que vai ajudar a desenvolver melhores condições para o acolhimento dos 33 utentes desta valência, que funciona, há vários anos, em instalações provisórias.
Para o Presidente da Câmara, este ato permite dar boa utilização à antiga escola, que volta a estar ao serviço da comunidade, e apoiar o trabalho meritório desta IPSS, fortalecendo a parceria com quem está no terreno. Álvaro Balseiro Amaro sublinhou que esta cedência não prejudica outros sonhos da instituição, lembrando que o Município está disponível para apoiar uma candidatura para financiamento de obras.


Além do Centro de Dia, a USSCM presta apoio domiciliário a população de idade maior e assegura respostas sociais de creche, pré-escolar e ATL. A instituição disponibiliza, também, 50 refeições diárias, através da Cantina Social (medida que decorre do Programa de Emergência Social) e apoia, ainda, no âmbito de parcerias estabelecidas com outras instituições, 140 pessoas com refeições, através do Programa de Apoio Alimentar do Banco Alimentar contra a Fome da Península de Setúbal.