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segunda-feira, 21 de maio de 2018

Encontro de Poesia evoca El-Rei D. Dinis




No dia 25 de maio, às 21h00, a Biblioteca Municipal de Pinhal Novo acolhe o encontro de poesia “Palavras na Nossa Terra” que evocará a poesia trovadoresca de El-Rei D. Dinis.

D. Dinis, foi Rei de Portugal entre 1279 e 1325. Ficou conhecido como o Lavrador, pelo impulso dado à agricultura e pela plantação do pinhal de Leiria e com o Rei-Poeta. Contribuiu ativamente para o desenvolvimento da poesia trovadoresca,  deixando um legado significativo de Cantigas de Amor, de Amigo e de Maldizer publicadas nos Cancioneiros Galaico-Portugueses. Como poeta, D. Dinis é, entre os trovadores dos Cancioneiros, o que melhor representa a poesia trovadoresca.

A participação nestes encontros de poesia, que decorrem uma vez por mês, na Biblioteca Municipal de Pinhal Novo, é livre e aberta a todas as pessoas que gostem de ouvir, escrever, ler ou dizer poesia.

sexta-feira, 27 de abril de 2018

“Palavras na Nossa Terra” evoca obra de Herberto Helder



A tertúlia poética “Palavras na Nossa Terra” vai evocar a obra de Herberto Helder no dia 27 de abril, às 21h00, na Biblioteca Municipal de Pinhal Novo.
Nascido no Funchal, em 1930, Herberto Helder colaborou com vários periódicos como A BriosaRe-nhau-nhauBúzioFolhas de PoesiaGraalCadernos do Meio-diaPirâmideTávola RedondaJornal de Letras e Artes. Em 1969 trabalhou como diretor literário da editorial Estampa e, em 1971, partiu para África, onde fez uma série de reportagens para a revista Notícias. Em 1994 foi-lhe atribuído o Prémio Pessoa. Faleceu em Cascais, em 2015, com 84 anos.
Promovidos, desde 2015, pela Câmara Municipal de Palmela, estes encontros convidam o público a conhecer a vida e obra dos autores com maior projeção nacional, constituindo momentos de partilha de conhecimento e entusiasmo pela poesia.

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Encontro de poesia recorda David Mourão-Ferreira


Uma homenagem ao poeta e escritor David Mourão-Ferreira, que inclui declamação de poesia, realiza-se no dia 23 de fevereiro, às 21h00, na Biblioteca Municipal de Pinhal Novo.
A iniciativa “Palavras na Nossa Terra – Encontros de Poesia”, promovida desde 2015 pela Câmara Municipal de Palmela, convida o público a conhecer a vida e obra daquele que é considerado como o “poeta do amor e da sensualidade”.
Poeta, romancista, novelista, contista, dramaturgo, mas também ensaísta, cronista, tradutor, crítico literário e professor. David Mourão-Ferreira, nascido a 24 de fevereiro de 1927, em Lisboa, licenciou-se em Filologia Românica em Lisboa, onde chegou a ser professor catedrático. Entre 1976 e 1979, foi secretário de Estado da Cultura e diretor do diário A Capital.
A sua aventura da poesia começa com a publicação do livro “A Secreta Viagem”, celebração ainda adolescente do corpo, do erotismo e do amor. Seguiram-se poemas e contos, como “Cancioneiro de Natal”, “As Quatro Estações”, “Os Amantes” e “Matura Idade”, entre muitos outros traduzidos e aclamados.
Avesso a movimentos ou a correntes, tem em José Régio, Almeida Garrett, Octávio Paz e T. S. Eliot figuras de inspiração e referência na sua formação clássica. Até à publicação de “Um Amor Feliz”, romance tardio, aos 59 anos, David Mourão-Ferreira encontra o fado e leva para a voz de Amália os seus poemas. Foi autor de alguns programas de televisão, de que se destacam "Imagens da Poesia Europeia", para a RTP.
David Mourão-Ferreira morreu aos 69 anos, vítima de cancro.

terça-feira, 21 de novembro de 2017

Tertúlia “Palavras da Nossa Terra” recorda Ruy Cinatti


Ruy Cinatti, poeta, antropólogo e agrónomo, é o homenageado na próxima sessão do projeto “Palavras na Nossa Terra”, a realizar no dia 24 de novembro, às 21h00, na Biblioteca Municipal de Pinhal Novo, com entrada livre. Nesta tertúlia poética, as/os participantes são convidadas/os a conhecer a vida e obra de um dos mais destacados escritores do Realismo, movimento literário que reproduz a ação social e política da segunda metade do século XIX.
O homenageado, Ruy Cinatti Vaz Monteiro Gomes, nasceu em 1915 em Londres, mudando-se, mais tarde, para o Ribatejo. Formado em Agronomia pela Universidade de Lisboa e em Antropologia Social e Etnográfica em Oxford, começou a publicar os primeiros versos, “Ossobó”, com 21 anos. “O Livro do Nómada Meu Amigo” tem o Prémio Antero de Quental, “Uma Sequência Timorense” é prémio Camilo Pessanha e “Sete Septetos” recebeu o Prémio Nacional de Poesia. Ruy Cinatti faleceu em Lisboa, em 1986.
Esta sessão da tertúlia “Palavras na Nossa Terra” dá continuidade ao projeto de promoção da poesia e da leitura, iniciado em 2015 pela Câmara Municipal de Palmela.

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Tertúlia homenageia Guerra Junqueiro, a voz poética do Portugal republicano



Guerra Junqueiro, considerado como uma das personalidades mais importantes da literatura portuguesa do século XIX, é o poeta evocado na próxima sessão do projeto municipal “Palavras na Nossa Terra”, a realizar no dia 27 de outubro, às 21h00, na Biblioteca Municipal de Pinhal Novo.
               Nesta tertúlia poética, as/os participantes são convidadas/os a conhecer a vida e obra de um dos mais destacados escritores do Realismo, movimento literário que reproduz a ação social e política da segunda metade do século XIX.
               O homenageado, Abílio Manuel Guerra Junqueiro, nasceu em Freixo de Espada à Cinta, Trás-os-Montes, a 17 de setembro de 1850. Em 1866, ingressou no curso de Teologia da Universidade de Coimbra, transferindo-se, dois anos mais tarde, para Direito no mesmo estabelecimento de ensino, curso que concluiu em 1873.
               Guerra Junqueiro sempre revelou vocação para a poesia, figurando-se como uma das promessas neste género literário no final do século XIX. É autor de “Lira dos Catorze Anos”, “Vitória na França”, “O Aristarco Português” e “Baptismo de Amor”.
               Elogiado pelos autores Camilo Castelo Branco e Oliveira Martins em artigos públicos, devido ao poema “A Morte de D. João”, de 1874, passou a colaborar em diversas publicações artísticas e literárias nacionais, tais como “Renascença”, “Branco e Negro”, “Serões”, “Azulejos”, “A Republica Portugueza” e “Atlantida”.
               Guerra Junqueiro, que desenvolveu, também, trabalhos com o ilustrador Rafael Bordalo Pinheiro, faleceu a 7 de julho de 1923 em Lisboa.
               Esta sessão do projeto “Palavras na Nossa Terra” dá continuidade ao projeto de promoção da poesia e da leitura, iniciado em 2015 pela Câmara Municipal de Palmela. A entrada é gratuita.

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

“Palavras na Nossa Terra” recorda Teixeira de Pascoaes


A vida e obra de Teixeira de Pascoaes é destacada num encontro a realizar no dia 29 de setembro, à noite, na Biblioteca de Pinhal Novo, no âmbito do projeto municipal “Palavras na Nossa Terra”. Nesta tertúlia poética do projeto, agendada para as 21h00, e de entrada livre, as/os participantes são convidadas/os a ouvir, escrever, ler ou dizer poesia.



O homenageado, Teixeira de Pascoaes - pseudónimo literário de Joaquim Pereira Teixeira de Vasconcelos - nasceu em Amarante a 8 de novembro de 1877 e foi responsável pela doutrina do Saudosismo, porque entendia ser esta caraterística, a saudade, o principal traço da alma portuguesa. Licenciou-se em Direito na Universidade de Coimbra em 1901, regressando nesse mesmo ano à sua cidade natal, para exercer advocacia. Em 1906, mudou-se para o Porto, onde conheceu os escritores Leonardo Coimbra, Raul Brandão, Jaime Cortesão e António Patrício. Cinco anos depois, em 1911, foi nomeado juíz substituto em Amarante, cargo que exerceu durante dois anos. Mais tarde, abandonou a carreira judicial, refugiando-se na Casa de Pascoaes, um solar do século XVII, pertencente ao avô paterno, para procurar uma vida solitária, em sintonia com a Natureza. Esta mudança decorreu num período de grandes alterações políticas em Portugal, com o fim da monarquia e a revolução de 1910, data em que o poeta e pensador, admirador confesso de Guerra Junqueiro (próximo homenageado de “Palavras na Nossa Terra”, no dia 27 de outubro) viria a lançar a revista Águia, publicação que suportava os ideais do movimento cultural “Renascença Portuguesa”. Com a poesia sempre presente, dedicou a última fase de produção  literária a construir uma série de biografias romanceadas de personalidades históricas, como Camilo Castelo Branco, Napoleão Bonaparte, Santo Agostinho, São Jerónimo e São Paulo. Pascoaes morreu aos 75 anos, vítima de tuberculose, na extinta freguesia de Gatão, no concelho de Amarante, meses depois da morte da mãe, em 1952. 

Esta sessão do projeto “Palavras na Nossa Terra” dá continuidade ao projeto de promoção da poesia e da leitura, iniciado em 2015 pela Câmara Municipal de Palmela. Sophia de Mello Breyner, Florbela Espanca e Pedro Tamen são alguns dos nomes a quem já foram dedicados encontros, este ano.


sexta-feira, 21 de julho de 2017

Pedro Tamen é o poeta em destaque na tertúlia poética de julho


A vida e obra de Pedro Tamen está em destaque no encontro a realizar no serão de dia 28 de julho, na Biblioteca Municipal de Pinhal Novo, no âmbito do projeto “Palavras na Nossa Terra”. Nesta tertúlia poética do projeto promovido pela Câmara Municipal de Palmela, agendada para as 21h00, com entrada livre, as/os participantes são convidadas/os a ouvir, escrever, ler ou dizer poesia.



O poeta homenageado, Pedro Mário Alles Tamen, nascido em Lisboa a 1 de dezembro de 1934, é um poeta e tradutor, tendo ocupado, também, a função de administrador da Fundação Calouste Gulbenkian.
Licenciado em Direito pela Universidade de Lisboa, Pedro Tamem codirigiu as revistas Anteu e Flama. Lecionou no ensino secundário, fez crítica literária no semanário Expresso e foi presidente do PEN Clube Português, entre 1987 e 1990.
Como poeta, escreveu “Poema para Todos os Dias”, “O Sangue, a Água e o Vinho”, “Escrito de Memória”, “Os Quarenta e Dois Sonetos”, “Horácio e Coriáceo”, “Princípio de Sol”, “Guião de Caronte”, “Retábulo das Matérias”, “Analogia e Dedos” e “Teatro às Escuras”.



O poeta já recebeu diversas distinções, como o Prémio da Crítica e o Grande Prémio Inapa de Poesia, ambos em 1991, e o Prémio PEN Clube, em 2000.
Esta sessão do projeto “Palavras na Nossa Terra” dá continuidade ao projeto de promoção da poesia e da leitura, iniciado em 2015. Sophia de Mello Breyner e Florbela Espanca são alguns dos nomes a que já foram dedicados encontros, este ano.



terça-feira, 23 de maio de 2017

Eugénio de Andrade é o poeta homenageado no próximo encontro


Eugénio de Andrade vai ser o poeta homenageado na próxima sessão do projeto “Palavras na Nossa Terra”, que decorrerá no dia 26 de maio, às 21h00, na Biblioteca Municipal de Pinhal Novo.
José Fontinhas, com o nome artístico de Eugénio de Andrade, pelo qual ficou conhecido, nasceu em 1923, no Fundão, de onde seguiu para Lisboa e Coimbra, antes de se fixar no Porto, como inspetor administrativo do Ministério da Saúde.
O seu primeiro livro, “Adolescente”, foi editado em 1942, mas é a obra “As mãos e os frutos”, em 1948, que lhe dará grande visibilidade. Ao longo da sua vida escreveu e publicou dezenas de livros, participando, ainda, em diversas  antologias. Foi, também, autor de livros infantis e tradutor. Entre os autores que traduziu, encontra-se Garcia Lorca. É um dos poetas portugueses mais traduzidos.
Entre outras condecorações, foi-lhe atribuído o grau de Grande Oficial da Ordem de Santiago da Espada e a Grã-Cruz da Ordem de Mérito, o Prémio da Associação Internacional de Críticos Literários, o Prémio Europeu de Poesia da Comunidade de Varchatz, o Prémio Vida Literária da Associação Portuguesa de Escritores e o Prémio Camões.
Recorde-se que a participação nestes encontros é gratuita e aberta a todas as pessoas que gostem de ouvir, escrever, ler ou dizer poesia.



segunda-feira, 24 de abril de 2017

José Gomes Ferreira inspira encontro de poesia na Biblioteca de Pinhal Novo



A sala de leitura da Biblioteca Municipal de Pinhal Novo volta a ser palco, no dia 28 de abril, às 21 horas, de uma tertúlia poética, promovida pela Câmara Municipal de Palmela, no âmbito do projeto “Palavras na nossa terra”. José Gomes Ferreira é o poeta em destaque neste encontro.
Natural do Porto, onde nasceu em 1900, muda-se para Lisboa ainda criança e é aí, nos liceus Camões e Gil Vicente, que desperta para a poesia, paixão que concilia com a música. Em 1924, licencia-se em Direito, partindo, de imediato, para a Noruega, onde foi Cônsul entre 1925 e 1929. De regresso a Portugal, dedica-se ao jornalismo, colaborando com títulos como a Presença, a Seara Nova, a Gazeta Musical e de Todas as Artes ou Sr. Doutor – publicação infantil onde apresenta as “Aventuras de João Sem Medo”. Renegou o seu primeiro livro “Lírios do Monte” (1918), ao qual se seguiu “Longe”. Politicamente empenhado e com grande consciência social, José Gomes Ferreira viajou, ao longo da sua extensa carreira como escritor, poeta e ficcionista, entre o sonho e o neo-realismo. Ardente opositor do regime fascista, participou num álbum de canções revolucionárias, composto por Fernando Lopes Graça, com o tema “Não fiques para trás, ó companheiro!”. Da sua obra poética destacam-se, Poesia (1948), Poesia II (1950) e Poesia III (1961), que lhe granjeou o Grande Prémio de Poesia da Sociedade Portuguesa de Escritores. “Poeta Militante” (1977-78) compila a sua obra poética. Na ficção, são de sua autoria obras como “O Mundo Desabitado” (1960), “Imitação dos Dias” (1966), “Tempo Escandinavo” (1969) ou “O Enigma da Árvore Enamorada” (1980). Faleceu em 1985.
A participação dos serões de poesia na Biblioteca Municipal de Pinhal Novo é livre e aberta a todas as pessoas que gostem de ouvir, escrever, ler ou dizer poesia.


segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Projeto de promoção da poesia presta homenagem a Florbela Espanca


No dia 24 de fevereiro, às 21 horas, a sala de leitura da Biblioteca Municipal de Pinhal Novo recebe um novo encontro promovido pela Câmara Municipal de Palmela, no âmbito do projeto “Palavras na nossa terra”, que tem incentivado a leitura e produção poética. A poetisa em destaque neste mês será Florbela Espanca.
Nascida em 1894, em Vila Viçosa, Florbela Espanca viveu uma vida curta e trágica, marcada pela doença e pela inquietação. A profunda sensibilidade com que abordou, nos seus poemas, temas como a tristeza, o amor e a morte, revelou-se precocemente, tendo escrito os primeiros versos que lhe são conhecidos ainda na infância. Conciliou a sua atividade poética com o jornalismo, o ensino de português e, mais tarde, a frequência do curso na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, feito raro na época para uma mulher. “Livro de Mágoas”, a sua primeira obra, foi editada em 1919. “Livro de Soror Saudade”, “Charneca em Flor” ou “As Máscaras do Destino” são mais algumas das obras de referência da sua bibliografia. Faleceu no dia em que completava 36 anos, em sequência da terceira tentativa de suicídio.
A participação dos serões de poesia na Biblioteca Municipal de Pinhal Novo é livre e aberta a todas as pessoas que gostem de ouvir, escrever, ler ou dizer poesia.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Sophia de Mello Breyner em destaque na Biblioteca Municipal de Pinhal Novo


A sala de leitura da Biblioteca Municipal de Pinhal Novo recebe, no dia 27 de janeiro, às 21 horas, mais um serão de tertúlia poética, no âmbito do projeto “Palavras na nossa terra”. Sophia de Mello Breyner é a poetisa que abre o terceiro ano de vida deste projeto, que tem celebrado e incentivado a produção poética e apresentará novidades ao longo de 2017.
Nascida no Porto, em 1919, Sophia de Mello Breyner Andresen passou a infância na Invicta e estudou Filologia Clássica na Universidade de Lisboa. Os seus primeiros versos foram publicados em 1940, pouco tempo depois de concluir os estudos, nos Cadernos de Poesia. Seria o início de uma carreira preenchida - até 1997, viria a publicar catorze livros de poesia, bem como uma vasta coleção de contos, artigos, ensaios, histórias infantis e peças de teatro. A tradução para português de clássicos como Eurípedes, Dante, Claudel ou Shakespeare, e de vários poetas portugueses para a língua francesa, faz parte, também, de uma carreira distinguida com o Prémio Camões 1999, o Prémio Rainha Sofia de Poesia Ibero-Americana ou o Prémio Poesia Max Jacob 2001, entre outros.
Politicamente, foi uma ativa opositora ao Estado Novo e foi eleita deputada à Assembleia Constituinte a seguir ao 25 de Abril. Casada com Francisco Sousa Tavares, foi mãe de cinco filhos. Faleceu em 2004, encontrando-se sepultada no Panteão Nacional.
A participação dos serões de poesia na Biblioteca Municipal de Pinhal Novo é livre e aberta a todas as pessoas que gostem de ouvir, escrever, ler ou dizer poesia. Em fevereiro, continuamos no feminino, com um encontro dedicado à poetisa alentejana Florbela Espanca.



quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Natal inspira Palavras na Nossa Terra



A sala de leitura da Biblioteca Municipal de Pinhal Novo continua a ser palco, mensalmente, da tertúlia poética que se reúne, no âmbito do projeto “Palavras na nossa terra”. No dia 16 de dezembro, às 21 horas, para encerrar o ano, o encontro é dedicado à poesia de Natal, com a partilha de poemas de diversas/os autores, com inspiração na quadra festiva.
Ao longo de todo o ano, têm sido muitas/os as/os poetas nacionais em destaque nestes encontros, onde se fica a conhecer um pouco mais sobre as suas vidas, se discute as suas obras e se partilha o gosto pela leitura. O ano de 2017 abre no feminino, com sessões sobre Sophia de Mello Breyner, a 27 de janeiro, e Florbela Espanca, a 24 de fevereiro.



terça-feira, 22 de novembro de 2016

Tertúlia poética reúne na Biblioteca Municipal de Pinhal Novo para homenagear Ruy Belo



No dia 25 de novembro, às 21 horas, a sala de leitura da Biblioteca Municipal de Pinhal Novo é palco de um encontro para debater a vida e obra de Ruy Belo. A iniciativa decorre no âmbito do projeto “Palavras na nossa terra” e tem participação livre.
Nascido em 1933, Ruy Belo teve uma vida curta (faleceu em 1978) mas profícua, deixando um vasto legado em diversas áreas. Licenciado em Filologia Românica e em Direito pela Universidade de Lisboa e Doutorado em Direito Canónico pela Universidade de S. Tomás de Aquino, em Roma, o escritor foi professor do ensino secundário, leitor de Português na Universidade de Madrid e bolseiro de investigação da Fundação Calouste Gulbenkian. Trabalhou como tradutor de francês, passou, também, pela imprensa, como chefe de redação da revista Rumo, foi diretor literário de uma editora e passou, ainda, pela administração pública, enquanto adjunto do Director do Serviço de Escolha de Livros do Ministério da Educação Nacional.
Foi com “Aquele Grande Rio Eufrates” (1961) e “O Problema da Habitação” (1962) que deu início à sua obra poética, bastante influenciada pelos movimentos neo-realista e surrealista. Interrogações acerca da vida e da morte, entre a religião e a metafísica, sempre em busca da identidade do ser, marcam a sua obra, onde há lugar, também, para uma visão interventiva e de compromisso, em relação à realidade social da época e à luta por um mundo melhor.


sexta-feira, 29 de julho de 2016

Mário de Sá-Carneiro é o poeta em destaque em julho


Em julho, Mário de Sá-Carneiro é o poeta em destaque no projeto “Palavras na nossa terra”, a tertúlia poética que se reúne na Biblioteca Municipal de Pinhal Novo, por iniciativa da Câmara Municipal de Palmela.
O encontro decorre dia 29 de julho, sexta-feira, às 21 horas, e pretende abordar a curta mas intensa carreira do poeta e ficcionista Mário de Sá-Carneiro, um dos expoentes máximos do modernismo português. Nascido em 1890, o poeta é um dos mais destacados membros da intitulada “Geração d’Orpheu”, revista literária que ajudou a projetar. A inadaptação ao mundo e a tendência depressiva estão bem patentes na sua escrita, de grande sensibilidade. Obras de importância maior para compreender Mário de Sá-Carneiro, como as “Cartas a Fernando Pessoa”, foram publicadas já postumamente, depois do seu suicídio em Paris, ainda antes de completar 26 anos de idade.
O projeto “Palavras na nossa terra” evoca, mensalmente, grandes nomes da literatura portuguesa, como Bocage, Sebastião da Gama, Camões e Calafate, procurando divulgar a grande poesia nacional, incentivar a escrita, promover o debate e criar experiências inovadoras de escrita, pessoal e coletiva.


quarta-feira, 25 de maio de 2016

Cesário Verde evocado em tertúlia literária



No âmbito do Projeto de Poesia “Palavras na Nossa Terra”, a Biblioteca Municipal de Pinhal Novo acolhe, no dia 27 de maio, às 21h00, a tertúlia onde será homenageado o poeta Cesário Verde, numa iniciativa que contará com a leitura de poemas pelos presentes. Bocage, Sebastião da Gama, António Nobre, Ary dos Santos, Calafate e Camões foram os poetas já abordados nestes encontros.
Destinado a todos os que gostam de ler e escrever poesia, com interesse pela literatura e cultura, estudantes e público em geral, “Palavras na Nossa Terra” pretende, entre outros objetivos, valorizar e divulgar as capacidades poéticas dos escritores de poesia, fomentar o encontro cultural e o convívio, incentivar a escrita e divulgar a grande poesia.

terça-feira, 26 de abril de 2016

Ary dos Santos em destaque no mês da Liberdade

Em abril, mês da Liberdade, Ary dos Santos é o poeta em destaque no projeto “Palavras na nossa terra”, a tertúlia poética que se reúne, mensalmente, na Biblioteca Municipal de Pinhal Novo, por iniciativa da Câmara Municipal de Palmela.
Agendado para 29 de abril, sexta-feira, às 21 horas, o encontro pretende aprofundar o debate em torno da vasta obra legada por José Carlos Ary dos Santos (1937-1984), que o grande público melhor conhece através das centenas de poemas musicados que fazem, hoje, parte, da história musical portuguesa. Inconformado e interventivo, foi um forte dinamizador da vida cultural do país no pós-25 de Abril, momento histórico que tão bem soube imortalizar no sempre atual poema “As portas que Abril abriu”.



O projeto continua a evocar grandes nomes da literatura portuguesa, como Bocage, Sebastião da Gama, Camões e Calafate, procurando incentivar a escrita, divulgar a grande poesia e criar experiências inovadoras de escrita, pessoal e coletiva.

terça-feira, 15 de março de 2016

Tertúlia poética homenageia António Nobre



No âmbito do projeto “Palavras na nossa terra”, a tertúlia poética que se reúne, mensalmente, na Biblioteca Municipal de Pinhal Novo, presta homenagem, em março, a António Nobre. O encontro decorre a 18 de março, sexta-feira, às 21 horas, para ouvir e debater o trabalho do poeta portuense do século XIX, que faleceu com apenas 33 anos, vítima de tuberculose. Apesar da vida breve, deixou uma obra de grande importância para perceber o sentir português desse final de século, onde a herança do romantismo se cruza com o simbolismo.
Bocage, Sebastião da Gama, Camões e Calafate são alguns dos nomes já evocados nestas tertúlias, que apostam na divulgação da poesia e da literatura, em geral, procurando incentivar a escrita, divulgar a grande poesia e criar experiências inovadoras de escrita, pessoal e coletiva.


terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Calafate em destaque na tertúlia poética de fevereiro

A tertúlia poética “Palavras na nossa terra” decorre, este mês, no dia 26, às 21 horas, na Biblioteca Municipal de Pinhal Novo, e presta homenagem ao poeta António Maria Eusébio. Calafate de profissão e apelido, imortalizou o quotidiano do povo setubalense, a terra que o viu nascer.


Recorde-se que, no âmbito deste projeto da Câmara Municipal de Palmela, foram já evocados nos encontros mensais, poetas como Bocage, Sebastião da Gama e Camões.

O “Palavras na Nossa Terra” pretende valorizar e divulgar as capacidades poéticas dos escritores de poesia, fomentar o encontro cultural e o convívio, incentivar a escrita, divulgar a grande poesia e criar experiências inovadoras de escrita, pessoal e coletiva.


terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Camões em destaque na tertúlia poética de janeiro

A Câmara Municipal de Palmela está empenhada em impulsionar a divulgação e a produção poética no concelho e, em 2016, dá continuidade ao projeto de poesia “Palavras na nossa terra”. O primeiro encontro público do ano decorre a 22 de janeiro, às 21 horas, na Biblioteca Municipal de Pinhal Novo, e presta homenagem a Luís Vaz de Camões, figura ímpar da literatura portuguesa.
Este projeto pretende fomentar o encontro cultural e o convívio e aposta na valorização e divulgação das capacidades poéticas dos escritores de poesia, incentivando a escrita, divulgando a grande poesia e os nomes maiores da nossa literatura e proporcionando experiências inovadoras de escrita poética, pessoal e coletiva.



Ao longo de todo o ano, a Biblioteca Municipal de Pinhal Novo continuará a ser palco de sessões mensais de poesia, em que serão evocados poetas consagrados do vasto património poético nacional, caso de Almeida Garrett, Cesário Verde, Ary dos Santos, Fernando Pessoa, António Nobre, Mário Cesariny, Calafate ou Fernando Pinto do Amaral. Destaque para a comemoração do Dia Mundial da Poesia, 21 de março, com uma Maratona de Poesia na Biblioteca de Pinhal Novo, que integrará um encontro festivo intergeracional, uma tarde dedicada à poesia na adolescência com particular atenção para o rap, e uma tertúlia noturna, com a participação de vários escritores e aberta à participação de todos os que quiserem partilhar o seu trabalho poético com a comunidade.

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Cesário Verde celebrado na próxima tertúlia de poesia "Palavras na Nossa Terra"


No âmbito do Projeto de Poesia “Palavras na Nossa Terra”, a Biblioteca Municipal de Pinhal Novo acolhe, no dia 18 de dezembro, às 21h00, a terceira tertúlia, onde é homenageado o poeta Cesário Verde, numa iniciativa que contará com a leitura de poemas pelos presentes. Bocage e Sebastião da Gama foram os primeiros poetas a serem celebrados nestes encontros. Recorde-se que o projeto integra, além das tertúlias, a dinamização de oficinas e mostras biobibliográficas de grandes poetas, entre outras iniciativas.

Destinado a todos os que gostam de ler e escrever poesia, com interesse pela literatura e cultura, estudantes e público em geral, o Projeto de Poesia “Palavras na Nossa Terra” tem, como objetivos, valorizar e divulgar as capacidades poéticas dos escritores de poesia, fomentar o encontro cultural e o convívio, incentivar a escrita, divulgar a grande poesia e criar experiências inovadoras de escrita poética, pessoal e coletiva.